O dia em que passei a odiar a justiça. Os passos de tartaruga, a linha de fim que nunca avistamos.
E ainda a pergunta: qual é a medida certa do jornalismo?
Porque escrever as vezes se torna tão difícil? A gente pensa. A gente sabe o que pensa.
Mas, não. O papel não quer facilitar as coisas. As idéias surgem aos turbilhões. Não consigo ainda organiza-las. Fazer com que elas ganhem a graça necessária, a estrutura esperada, que digam o que precisa ser dito. Aquilo, que não consigo dizer.
É simples e não é. Basta o jeito certo. A medida certa. E essa é a pergunta que tira meu sono nas noites em que penso no que está por vir.
A chance veio de encontro a oportunidade. Mas, não. Não me sinto preparada o suficiente. E a incapacidade aflige.
Assumi-la também.
Namorado. Te quero por perto nos próximos 15 dias. Não me desconsidere, mesmo estando em estado permanente de TPM aguda. É só tua paz que me traz o sossego que necessito.
Segunda-feira, 6 de Julho de 2009
Terça-feira, 23 de Junho de 2009
Mãezinha
A casa esta num vazio estranho, um silêncio que não combina muito com nada.
Falta alguém pra reclamar, murmurar, fazer bagunça na pia...
O rádio amanheceu desligado e a televisão não foi lembrada, só o que quebra o frio é toque constante do telefone e os soluços contidos em todos os cantos.
Parece que já é um funeral, que talvez nem aconteça tão brevemente.
Mas, o clima é de luto pessoal.
De minha parte, sinto falta do abraço de lado, e de umas amigas perdidas que esqueceram de voltar.
A vida quando espreita a morte, traz sentido ao que o orgulho nos roubou.
Mas, vai explicar pra quem não sabe do que acontece....
Falta o exame, falta o laudo. Faltam certezas.
E no meu mundinho tudo parecia se encaixar.... a ideia do casamento sonhado, o emprego querido, a justiça quase feita.
E a vida dela, vem nos afetar.
A casa fica sem sentido, na falta daqueles passos arrastados pela cozinha.
Da voz na madrugada e das caras feias na chegada do namorado.
Pode ser provisório.
Mas, o infinito mora na incerteza.
Ontem a espera de uma única resposta eu dizia que ia enfartar até sexta-feira,
Agora a resposta parece poder esperar.
O que já não pode é a angústia de não saber se vou vê-la voltar...
Guardo muitas caras feias na memória, mas guardo uma canção..
"Mãezinha do céu,
eu não sei rezar,
só sei dizer que quero te amar"....
....
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Falta alguém pra reclamar, murmurar, fazer bagunça na pia...
O rádio amanheceu desligado e a televisão não foi lembrada, só o que quebra o frio é toque constante do telefone e os soluços contidos em todos os cantos.
Parece que já é um funeral, que talvez nem aconteça tão brevemente.
Mas, o clima é de luto pessoal.
De minha parte, sinto falta do abraço de lado, e de umas amigas perdidas que esqueceram de voltar.
A vida quando espreita a morte, traz sentido ao que o orgulho nos roubou.
Mas, vai explicar pra quem não sabe do que acontece....
Falta o exame, falta o laudo. Faltam certezas.
E no meu mundinho tudo parecia se encaixar.... a ideia do casamento sonhado, o emprego querido, a justiça quase feita.
E a vida dela, vem nos afetar.
A casa fica sem sentido, na falta daqueles passos arrastados pela cozinha.
Da voz na madrugada e das caras feias na chegada do namorado.
Pode ser provisório.
Mas, o infinito mora na incerteza.
Ontem a espera de uma única resposta eu dizia que ia enfartar até sexta-feira,
Agora a resposta parece poder esperar.
O que já não pode é a angústia de não saber se vou vê-la voltar...
Guardo muitas caras feias na memória, mas guardo uma canção..
"Mãezinha do céu,
eu não sei rezar,
só sei dizer que quero te amar"....
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E agora, José?
Terça-feira, 19 de Maio de 2009
Metamorfose

Antigamente a Schali era dividida em duas. Era um pouco da falta de coragem de se assumir.
De ser humana, ter defeitos, fazer loucuras, de brigar, de se assumir assim. Daí o namorado chegou. E mostrou que mesmo nos defeitos ela é assim como ele diz 'bonita'. Mostrou que o amor verdadeiro independe da carinha de boa moça. Que dá para amá-la de beicinho também.
Que quando irritada ela não perde de todo o charme, nem a sensatez.
O namorado chegou tão de mansinho e foi mudando tudo, que a Schali nem se deu conta da metamorfose. Deu um chega pra lá na Maísa. E ficou sendo uma só.
A Schali que também gosta de maquiagem, que também sorri e dá risada alto. A Schali que usa salto e também quer fazer dieta. A Schali que gosta de travessuras. A Schali que acorda de cara amassada...
E a Schali não teve medo. Não teve tanta vergonha. Não se sentiu mais tão intimidada.
Nem se perdeu. Somente se encontrou. Finalmente se encontrou.
Se perdeu nos braços dele, e se encontrou no aconchego do seu abraço.
E a história ainda não terminou... mas, se você também me achar mudada, acredite... foi pra beeem melhor!
Segunda-feira, 11 de Maio de 2009
Então, o meu lugar...

Bem, então retomando....
Tem a letra de uma música que quero postar e o link do vídeo. Ela diz muito do que estou vivendo, e resume o que tenho a dizer: Estou feliz.
Hoje, finalmente, eu sou feliz!!
"Eu tenho os meus pés no chão
mas sei que o meu coração está
muito além do céu e do que se possa ver.
Busco o que no alto está
Busco o que não passará jamais
Minha vida está escondida em Jesus
Sou Estrangeiro Aqui
O céu é o meu lugar
É de onde vim
É pra onde vou
É lá onde eu vou morar
O Senhor é minha luz e salvação
De quem terei medo?
O Senhor é a segurança da minha Vida
A quem eu temerei?"
Estrangeiro Aqui - Shalom
Ah... o Palavras deve continuar abandonado por algum tempo, desculpem! Estou vivendo!!!
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