quinta-feira, 10 de julho de 2008


Ainda vou descobrir porque as pessoas julgam as outras por tolas.
Acreditam piamente que sabem mentir.
Meu radar normalmente não erra. Eu erro algumas vezes. Finjo não ver o alerta.

Fiquei um bom tempo sem acreditar em tudo e nada. De repente resolvi jogar contra a realidade e sabia logicamente dos riscos.
Não me arrependo. Me fere sim o fato de me julgarem assim tão tola. Tão ingênua.

Não preciso dizer mais. Coisas assim não devem ser ditas.
Fico feliz por ser cedo. Podia ser pior. Sempre pode.
Quem sabe volto a acreditar no nada. Ele me parece menos vazio.

segunda-feira, 7 de julho de 2008


Ontem foi um dia ímpar. Melhor, ontem foi um dia primo.
Sem igual e indivísivel. Me permiti a outras coisas. Agi diferente do normal, do esperado também.
Ontem me importei menos com os outros. E aprendi muito. Vivi mais.
Ontem disse sim a quem diria não. E descobri que é bom.
Ontem ri vários. Não tive medos.

Ontem olhei as estrelas, ontem me contaram coisas sobre elas. Falaram de constelações.
Vi um céu diferente. Não cheguei a ver a Via Láctea, mas passamos pertinho.
Ontem ganhei um beijo. Embora, tive outros tantos roubados. E ri mais uma vez.
Ontem descobri um novo jeito de passar o domingo. Um jeito que não vai mais haver, que foi bom ter existido.

Ontem me permiti a um "boa noite", ganhei um também.
Disse até um bom dia. E ganhei um alguém s2.
Descobri que esqueci coisas que são importantes e estão empoeiradas. Vou limpá-las hoje.
Eu ri. Nós rimos. Ri sem vergonha de sorrir. Fui eu sem perceber. Sem pensar em ser.

Senti um coração existir em um caminhar de mãos, entendi alguém por isso.
Um alguém que nem merece ser entendido. Continuo persistindo em entender mesmo assim.
E sempre é bom.
Nem sempre me faz rir. Às vezes choro. Ainda assim, tenho sido feliz.

Voltando a ontem, confundi histórias e personagens. Paguei papel de burra, descobri que as vezes é bom ser também.
Nem imaginei escrever sobre isso. Me faz bem, no entanto.
E mais uma vez terminou em riso.

E só para não esquecer, copiei da internet e vou imprimir para decorar, já que não aprendi:

Acre – Rio Branco
Alagoas – Maceió
Amapá – Macapá
Amazonas – Manaus
Bahia – Salvador
Ceará – Fortaleza
Distrito Federal – Brasília
Espírito Santo – Vitória
Goiás – Goiânia
Maranhão – São Luís
Mato Grosso – Cuiabá
Mato Grosso do Sul – Campo Grande
Minas Gerais – Belo Horizonte
Pará – Belém
Paraíba – João Pessoa
Paraná – Curitiba
Pernambuco – Recife
Piauí – Teresina
Roraima – Boa Vista
Rondônia – Porto Velho
Rio de Janeiro – Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte – Natal
Rio Grande do Sul – Porto Alegre
Santa Catarina – Florianópolis
São Paulo – São Paulo
Sergipe – Aracaju
Tocantins – Palmas

Acho que dessa vez não irei esquecer...
Risos. Sempre.

sábado, 5 de julho de 2008








Faz tempo que não escrevo para o Bernardo. Esse post é dedicado ao Bê:

Com imagens, porque sempre nos dizem mais do que palavras e assim ele entende. Sei que gosta! E sorri!
Amo meu leãozinhoo! Paixão da minha vida, meu riso e meu pranto, mais doce que chocolate!

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Fiquei com raiva, me senti frustrada.
Não gosto de não também. Não gosto e ponto. Me sinto no direito de fazer birra quando erram comigo. Não por imaturidade, e sim por não saber lidar com a decepção.

Vontade amarga de chorar. Esqueci como se faz.
Esbravejei, falei pelos cotovelos, ri porque senti necessidade de fingir a solidão.
E ao escrever minha alma se acalmou.
Direi não. Não também.

Aprendi a não esquecer quando me machucam de alguma forma.
Aprendi a passar por cima de algumas situações sem dó.
Aprendi a ser um tanto de tudo que não queria.

E a culpa.... a culpa foi sua.

E hoje fez sol.

quinta-feira, 3 de julho de 2008




O que lhe parece factual agora, pode ser jornal de cachorro amanhã!