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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

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      E eu espero depois das seis, pelo começo do mês. Eu espero o fim de semana e o começo da sexta-feira. Eu espero demais pelo que não vem. E lá vou eu novamente, toda imaginação. E passado tanto tempo percebo que amor é melhor do que paixão. Amor é calmaria. Sossego e travesseiro. Paixão é cansaço, sobressalto e solidão. O primeiro lhe traz calma, o segundo te invade como um furacão.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

A fórmula do amor


Faz tempo que o Palavras anda abandonado, é que no Palavras tudo ia ao Vento...
E tenho vivido intesamente nos últimos seis meses. Tenho vivido demais.
Como no sonho um dia eu quis.
Conquistei o trabalho dos meus sonhos. Talvez muito melhor do que em meus sonhos.
De fato sinto falta de alguns amigos, quase não tenho tempo para mim, nem para eles. Mas, mantenho um contato aquecido via internet com os mais queridos. Amigos, que são amigos, nunca deixam de estar próximo.
Na família alcancei o tal estágio da maturidade. As pirraças ficaram para trás e de alguma forma aprendi a lidar com toda a bagunça que norteia o clã.
O filho? Ah.. o filho está crescido, está esperto, ainda preguiçoso para falar, mas de uma inteligência sagaz. O filho é ternura, é abraço e sorrisos. Está sempre ali, sempre por perto (eternamente perto) e aquece os dias mais frios com seu olhar. O filho que agora tem um pai.
O namorado? O namorado virou namorado real, pai instantâneo, de repente noivo e depois de amanhã o tão sonhado marido. É ele quem torna todos os meus sonhos possíveis, ele é o sonho real.
O namorado é o melhor consolo de tudo o que houve, foi preciso haver um passado turbulento para acertar a chegada dele. Não há perguntas de como e porque, com ele simplesmente é.
E ele é o homem com quem vou dividir o resto da minha vida. Estranho. A divido há sete anos através de confidências. Sim, ele de fato vai ocupar um lugar que sempre foi dele.
Quando o filho crescer e casar, quando a Júlia for fazer faculdade em outro lugar (sim, será Júlia a próxima Loureiro, não sei quanto tempo levará, mas um dia ela virá).
Quando nossas belezas sumirem de vez, fica o zelo que temos um pelo outro. Fica a amizade que nos torna cúmplices. Fica o carinho e respeito que nos tornam amantes.
Fica a fórmula do amor: respeito, carinho e amizade.
Namorado: tê amo, te desejo, te escolho e te aceito. Faltam dois dias!

quarta-feira, 29 de julho de 2009




Você que é o encaixe mais perfeito para todas as minhas lacunas,
Você que entende todas as minhas falhas,
Reconhece meus erros e ainda assim me ama

Pra você que não tenho medos,
Que não tenho receios, nem meios termos.

Você que fez da indecisão uma escolha,
Da partida uma chegada
Do frio a distancia.

Você que aqueceu e coloriu meu mundo
Que não teve medo de ficar um pouco mais
Nem pressa demais

Pra você que me entrego num olhar bobo
Num afago louco
Num carinho sem fim

Você que fez de mim mulher
Que transformou o silencio em abraços
Que não me deixou, que brigou e ficou.

Você que agora ficara para sempre.
Você que guarda minha vida intricada na sua
Em você que descobri o sentido do amor

Você que fez da minha poesia música
Você que seduz com tua inocência,
Que me encanta a cada amanhecer
Que domina meus sonhos

Que me transporta
Que faz de meus sonhos infantis realidade romântica
É você

Você meu namorado, meu amigo, meu amante, meu cúmplice, confidente, minha força, meu abrigo e socorro, minha vida, meu marido.

sábado, 25 de julho de 2009

Sobre tudo e nada



Triste.
Talvez feliz.

Com muito a dizer, e nada a querer ser dito.
Cansada, exausta e pronta para uma corridade fuga, se preciso...

O namorado longe, eu perdida no mundo que nem sei se existe.

A impaciência.
Os sonhos.
E os medos.

O passado, sempre a volta.
E os fantasmas atormentando o sono.

E você, e eu, e o futuro.
As metáforas.
As incógnitas.
E a escolha.

.....

segunda-feira, 9 de março de 2009

Sem espantos


Tudo pode mudar,
eu quero que quase tudo mude.
E pra finalizar, 'eles' também.

A bruxa está solta? Talvez...
Eu voltei de certa forma,
E quero voltar pra outros lugares também.

Tinha prometido não usar o Palavras como diário, mas hoje é o único meio de comunicação comum com algumas das pessoas que mais me são caras. Pessoas, não se assustem com as próximas possíveis notícias...


Kisses!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Nem tão Schali, tampouco Maísa...

Sim, to com problemas. Não vou apelar aos meus eternos ouvidos. Não vou nem chorar mágoas dessa vez. O silêncio me tem feito companhia nesta semana interminável.
Nem sei direito como escrever, como explicar. Não dá.
É uma sensação tão fria, quanto a chuva que caiu há pouco. Estou gélida.
Insisto em ser a criatura que crê no amor, na palavra, no olhar, no compromisso não dito.
Insisto em ser sonho numa realidade crua. Onde não amam, não compreendem, nem mesmo se importam.
Se estou triste? Estive.
Não por um motivo, nem mesmo por um homem.
Mas, pela infelicidade de ter vivido (ou sobrevivido) a estes dias inúteis dessa semana enfadonha e sem graça. Quatro dias sem comer, três dias sem sair do quarto, de casa, do meu mundo (que por sinal mudou de endereço, e eu nem sei como achar).
Vi filme bonitinho, e não comi pipoca, e não tive abraço.
Ouvi música dor de cotovelo, sem colo.
Chorei, sem lágrimas.
E por fim desabafei, mas ainda sem palavras. Ao menos as palavras certas.
Eu li o Crônicas, Bruna. Estava tentando me encontrar por lá. Estava tentando te ler e descobrir uma fórmula mágica para colocar no papel o que desaprendi. Minha psicóloga foi viajar na hora em que mais preciso dela (sim, eu sei. Eu preciso dela toda semana, duas horas no mínimo...). Mas, esta semana foi pesada. A velha sensação que minha sanidade já foi para o espaço.
Hoje eu quis jogar o cachorro pela janela (foi porque ontem ele mijou na minha cama e no meu travesseiro, foi porque hoje ele comeu o almoço do Bernardo, porque ele rosnou e porque desde que o conheci não o suporto - um a mais para disputar atenções com o infeliz do meu genitor, que já não me permito mais denominar como pai).
Ontem eu quis me jogar da sacada, foi a falta de perspectiva, a falta de esperança no futuro, a falta da paciência, a ansiedade pelo ontem, o cansaço, o ócio (que me atormenta), a incredulidade, a ausência do verbo, e o sonho com o namorado que nem existe.
Eu já esbravejei e tive vontade de quebrar pratos, perder a educação e dar uma daquelas respostas bem mal-educadas e cínicas, eu já quis ser mocinha e uma perdida qualquer. Acho que esta é uma das interrogações que pairam sob minha viagem ao coração. Ser santa ou prostituta. Me permitir ao amor de uma hora com o cara lindo e maravilhoso cheirando a homem e viver do “formato mínimo” por momentos inesquecíveis ou ser a menininha certinha, mãe de família e cultivar a paixão tolinha de uma sentimental ao estilo de ‘Vestida para Casar’ pelo garotão boçal de 22 anos que parece caber direitinho nos meus sonhos de homem para casar, exceto pelo fato que ainda tem que virar homem.
Correr atrás ou esperar que ele morra de saudades (enquanto detono as minhas unhas, a minha jovialidade e meu amor próprio).
Minha deprê chegou a tal ponto que nem chocolate tive vontade de comer, nem sorvete e nem coca-cola. Por sinal apenas agora me dei conta disso. Foi grave?
Eu quero casa, trabalho integral, faculdade noturna, escolinha para o Bernardo, lavar roupas aos sábados e faxinar ouvindo minhas músicas preferidas, quero tomar chimarrão no final da tarde e rir, quero sair com a turma para aproveitar o sábado a noite.
Quero uma casa. Disco velho, não é mesmo? Assim, como dizer que quero me formar, quero casar, quero ter minha Júlia. Mas, definitivamente nada de cachorros e passarinhos. Acho lindo na casa dos outros, mas na minha não!. Nem plantas. Talvez daqui há uns 40 anos eu tenha paciência e trato com estas outras formas de vida, mas no meu presente: não!

Meninas, to indo finalmente para Balneário. To indo ser feliz! (você me inspirou Bruna...risos).

Lembrem-se: eu quero festa, eu quero praia, eu quero risos, Mc dessa vez não, quero cerveja, quero tudo o que até ontem eu não me permitia nem pensar pelas mais diversas desculpas. Por medo de crescer, por não me sentir adulta o suficiente, por ser mãe, por ser filha, por ser católica, ou seja lá pelo o que eu via de empecilho. Por estes nove dias eu quero ser feliz do avesso. Como nunca fui, como nunca me permiti.

Kisses babys!




“No ar que eu respiro eu sinto prazer de ser quem eu sou, de estar onde estou, agora só falta você... / Um belo dia eu resolvi mudar e fazer tudo o que eu queria fazer e me libertei daquela vida vulgar que eu levava estando junto com você/ eu sei que eu nasci,..../ fui andando sem pensar em mudar e sem ligar para o que me aconteceu / um belo dia vou lhe telefonar para dizer que aquele sonho cresceu.../”

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A vulgarização da palavra amor





Minha falta de hábito de dizer o que sinto sempre. Prefiro assim. Discordo de quem banaliza o mais especial dos sentimentos. Aliás, eu desacredito de que a maioria saiba amar. Eu desacredito de quem a cada pouco está amando.
Se desacredito de mim? Não! De jeito algum. Declarei amor três vezes ao sexo oposto. E há não mais que dez pessoas que fazem parte da minha vida.
Minha mãe, minha melhor mãe, mãe de coração. Porque sei mais que nunca, que ‘laços de sangue não nos tornam afetos’, como dizia minha escritora predileta, Lya Luft.
Meu filho, meu maior amor, sem precedentes. Nem em meus sonhos mais ousados, supus amar tanto alguém como o sinto pelo leãozinho. Minha melhor irmã, minha comadre, minha madrinha. Minhas amigas, cáries da alma (como uma delas afirmou há anos). Não são muitas. Muitas são as que admiro, as que sigo como exemplo, as que guardo carinho, entre outros sentimentos.
Mas, amar. Ah! Gente! Amar é muito mais. Amar, é se dividir, é ser você, sem medos, sem paradigmas, amar é compreensão e zelo, amar é não tolerar sempre, amar também é brigar. Amar é viver com alguém por um dia como se tivesse estado ali a vida toda. E amar é mais que nunca sentir isso todos os dias.


.....

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009





E a saudade do que não existe, corrói, algema, rouba o dia e a cor...
E quando você chegar, me chama, me lembra, me conta da sua existência e o fim....

E assim, perdida no tempo, contando com um passado de vontades que não se realizaram, crendo em um futuro tão incerto. E você a espreita, e você que não pôde esperar. E eu...

Eu querendo voltar....

domingo, 4 de janeiro de 2009

Meu futuro







Nas últimas semanas minha vida deu uma supeer volta, vim a Erechim ficar duas semanas com minha vó, e simplesmente não voltei.

Consegui um estágio, o estágio da minha vida. Aprendi neste um mês no Bom Dia, mais do que na universidade em três anos. E por mim ficaria ali por um longo tempo. E pelo Jornal também.

Mas, daí aquela pedrinha incomoda, chamada pai que existe na minha vida, vai precisar se mudar e decidiu me levar junto. Pelos motivos dele. Pelos motivos que tenho que acatar, mas que não gosto.

Se Tapejara pode ser bom? Pode sim, existe a promessa de um amor. Existe a promessa de uma vida longe de coisas que me incomodam, mas profissionalmente é um assassinato.

Vou guardar na lembrança, mais esta despedida. E a esperança de que seja a última até me formar. Que só então partirei para minha vida. Que só então serei passaro, pronto para voar.



E leva consigo a estranha mania de crer na vida...


sábado, 3 de janeiro de 2009




Ontem, foi meu aniversário. Foram milhares de sentimentos a que fui submetida na idade passada, e ontem foi um dia de muitas emoções...
Ontem me redescobri no olhar dos outros e fiquei feliz no que encontrei. Me senti feliz por ser quem sou e por estar onde estou, mesmo que este seja um lugar provisório, ou não. Já não sei.
Quero neste ano plantar mais flores no meu jardim e há uma em especial que quero poder a colher. Tem algo bom para acontecer e desejo muito que seja esta semana. Acho que mereço uma trégua sentimental.
Seja o que for.. seja como for...posso dizer que ontem, one happy day!
My happy, happy day!
Kisses!

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Ontem,




Ontem eu precisei um tanto de ti.
Em meus sonhos contava com seu abraço, com seu sorriso. Um afago qualquer.
Ontem eu até tentei lhe dizer, mas você pareceu não me ouvir...
Pareceu não entender.
Acho que muitas vezes você não compreende. É isso de viver num mundo seu demais, e eu no meu.
Sem sintonia. Sem garantia alguma.
Mas, ontem eu precisei de ti um tanto.

Era uma lágrima abafada e um corte na alma.
Um coração sem pulsos e um olhar que via e desconhecia.
Faz parte de mim, não sendo. Faz parte do estar aqui e permanecendo aí.

Tem gente no meio do caminho, mas ontem o abraço que precisei não estava por ali.
Faltou algum sorriso, faltou alguém. E poxa... ontem eu precisei um tanto de ti.
De tudo tive medo, medo desse estar só que onde eu não me cabia.

Ontem faltava um pouco do meu outro lado.
Ontem me faltou um beijo.
Um convite, uma consideração qualquer. Ontem eu não tinha nem coca-cola e chocolate.
Ganhei hoje um convite que não pude aceitar. Mas, admito que eu quis. Ando precisando de tudo que ontem você não pôde me dar.

Poxa..eram alguns minutos apenas.
Que eu precisei um tanto de ti.