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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

...








      E eu espero depois das seis, pelo começo do mês. Eu espero o fim de semana e o começo da sexta-feira. Eu espero demais pelo que não vem. E lá vou eu novamente, toda imaginação. E passado tanto tempo percebo que amor é melhor do que paixão. Amor é calmaria. Sossego e travesseiro. Paixão é cansaço, sobressalto e solidão. O primeiro lhe traz calma, o segundo te invade como um furacão.

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

E as fotos...

Na tua vida, fiquei perdida em um albúm do passado... um outro capítulo, outra história

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Enfim, elas chegaram!





PaLaVrAs de férias!



Pessoal, estamos partindo para uns dias de descanso (ou não...hehehe) e retornamos dentro de sete ou quinze dias.
Boas férias para todos!

Com certeza retornaremos com muitas estórias novas e outras sensações a compartilhar!


=)

quinta-feira, 14 de agosto de 2008



Nem sempre dizemos o que gostaríamos. As palvras por vezes fogem, nos deixam desabrigados. Voam distante de onde gostaríamos que pousassem. Ontem, que era um dia frio. Um sonho perdido refugiou-se na ausência das letras. Chegou de mansinho, me agarrou pelas pernas. Nem sequer pediu licença, apenas foi se achegando.

Eu bem tentei dizer que não tava a fim de prosear, mas o chimarrão já estava pronto. De teiomosa resolvi tomar um café de máquina. Prático e quente.
Pensei que fosse o suficiente para me aquecer.
Ao andar pelas ruas escuras, o breu foi me envolvendo também. Gostou da pauta noturna.
Me questionei se ao chegar em casa encontraria o filho dormindo tranquilo e teria tempo apenas para pôr o pijama e cair debaixo das cobertas, afugentando os pensamentos. No rádio tocava uma voz que me envolvia.

Estava envolta em coisas demais para adormecer. O frio lá de fora furou a barreira da realidade. Me vi subindo o Monte Everest e o medo de não chegar ao topo me congelou.
Faltou uma abraço quente depois do café, um colo aconchegante para dividir o travesseiro. Uma briga qualquer para extravassar a monotonia. Faltou um outro beijo de boa noite.

O dia amanheceu numa paz desigual, não saímos juntos para olhar as estrelas e não acordei envolvida pelos desejos que me fizeram adormecer.
Hoje apenas mais um dia quente.
Reservando ilusões, algumas surpresas talvez...

sábado, 12 de julho de 2008

E hoje quero olhar o ocaso.
Quero olhar sem pensar no que pode lembrar-me.
Sem temer o que posso sentir.

Ao olhar tentar descobrir outros desenhos. Encontrar antigos também.
Quero encontrar as respostas que não estão no chão.
Quero olhar e esquecer alguns sonhos. Inventar novos.

Pensar ao acaso em tudo que não fiz e no que fiz demais.
Em quem mereceu e em quem não.
Olhar o ocaso de olhos fechados. Ver o que ninguém diz.

E talvez nem pensar.
Um céu sem poesias de Galileu.

....

sexta-feira, 11 de julho de 2008


Algum tempo que eu não ouvia uma voz.
Primeira vez que tive a sensação que algo não está incabado, mesmo sem ao certo saber se está acabado.
Uma tarde interessante. Uma tarde normal.

Um desapego.
Uma consideração.
Um inicio e mais um fim.

Uma semana.
Seis meses.
Um ano.

O tempo que fecha ciclos.
A vida que recomeça.
Os sonhos que insistem em existir.

Um beijo de despedida.
Um abraço de lado.
Vários beijos.
Alguns sorrisos.
Outras lágrimas.

A certeza de que haja o que tiver havido, fui feliz.
E talvez, porque não, fomos.

=)

segunda-feira, 7 de julho de 2008


Ontem foi um dia ímpar. Melhor, ontem foi um dia primo.
Sem igual e indivísivel. Me permiti a outras coisas. Agi diferente do normal, do esperado também.
Ontem me importei menos com os outros. E aprendi muito. Vivi mais.
Ontem disse sim a quem diria não. E descobri que é bom.
Ontem ri vários. Não tive medos.

Ontem olhei as estrelas, ontem me contaram coisas sobre elas. Falaram de constelações.
Vi um céu diferente. Não cheguei a ver a Via Láctea, mas passamos pertinho.
Ontem ganhei um beijo. Embora, tive outros tantos roubados. E ri mais uma vez.
Ontem descobri um novo jeito de passar o domingo. Um jeito que não vai mais haver, que foi bom ter existido.

Ontem me permiti a um "boa noite", ganhei um também.
Disse até um bom dia. E ganhei um alguém s2.
Descobri que esqueci coisas que são importantes e estão empoeiradas. Vou limpá-las hoje.
Eu ri. Nós rimos. Ri sem vergonha de sorrir. Fui eu sem perceber. Sem pensar em ser.

Senti um coração existir em um caminhar de mãos, entendi alguém por isso.
Um alguém que nem merece ser entendido. Continuo persistindo em entender mesmo assim.
E sempre é bom.
Nem sempre me faz rir. Às vezes choro. Ainda assim, tenho sido feliz.

Voltando a ontem, confundi histórias e personagens. Paguei papel de burra, descobri que as vezes é bom ser também.
Nem imaginei escrever sobre isso. Me faz bem, no entanto.
E mais uma vez terminou em riso.

E só para não esquecer, copiei da internet e vou imprimir para decorar, já que não aprendi:

Acre – Rio Branco
Alagoas – Maceió
Amapá – Macapá
Amazonas – Manaus
Bahia – Salvador
Ceará – Fortaleza
Distrito Federal – Brasília
Espírito Santo – Vitória
Goiás – Goiânia
Maranhão – São Luís
Mato Grosso – Cuiabá
Mato Grosso do Sul – Campo Grande
Minas Gerais – Belo Horizonte
Pará – Belém
Paraíba – João Pessoa
Paraná – Curitiba
Pernambuco – Recife
Piauí – Teresina
Roraima – Boa Vista
Rondônia – Porto Velho
Rio de Janeiro – Rio de Janeiro
Rio Grande do Norte – Natal
Rio Grande do Sul – Porto Alegre
Santa Catarina – Florianópolis
São Paulo – São Paulo
Sergipe – Aracaju
Tocantins – Palmas

Acho que dessa vez não irei esquecer...
Risos. Sempre.

quinta-feira, 26 de junho de 2008


"Ao encontro das palavras certas,
Porque assim no olhar que fica, parece que combina o que não se entende, o que não se diz...
Até o que não se pensa, ao que nos permitimos ser/ estar e lembrar então!
E ao nos olhar sei que algo fica, a combinação que ao se combinar combinou nas letras não ditas de uma noite tão casual!"

domingo, 8 de junho de 2008

Há muito tempo não escrevo. Já foram tantos acontecimentos, tanta coisa para se fazer.
Preciso por minha vida em ordem, a casa está uma bagunça sem fim.
Ontem parei de trabalhar. Ontem o pai me ligou. Ontem tive crise de choro. Ontem não o vi (graças!). Ontem choveu. Ontem não tive a Nat por perto. Ontem tive emoções. Vivi sensações. E hoje? Tudo foi embora com o temporal... O choro desesperado.
Quero minha psicóloga! Mas, nem tenho paciência para contar toda minha história uma vez mais. Tenho uma decisão para tomar e acho que ninguém deve me aconselhar.
Hoje tenho que ser racional.
Hoje escrevo com uma caneta fina e não gosto.
Hoje ainda não tocou uma música que me agrade.
Hoje o Bernardo dorme e então tenho mais tempo.
Hoje não confio em quase niguém. Me importo menos com os outros. Mas, ainda brigo por não se importarem consigo mesmos.
Hoje amo menos. E me sinto sem sensação alguma. Isso é ser forte? Ou isso é estar vazia?
Não amo mais a criatura, ou abri espaço para assumir e não perdoar.
Hoje amo demais a mim para permitir que me façam sofrer.
Hoje não permito invasões repentinas e penso mais que antes.
Ainda quero mudar.
Mudar de casa, mudar meus horários, mudar de roupas, o corte do cabelo e a cor das unhas.
Só permito que permaneçam duas "coisas": o Bernardo e o Jornalismo. Todo o resto aceito jogar fora. Se pudesse deixar mais coisas pediria a Nat, a Lari, a Lu, a Luli (amiga chorona, sentida..mas, muito amada) e Carina (pra não ficar com ciúmes..heheh). O resto não quero, do resto muito pouco me faz bem, mas é certo que não faz falta.
Quero uma casa com sol, brinquedos espalhados pelo chão da sala, muitos livros em uma estante, um rádio que toque músicas que me agradem os ouvidos. Quero mais tempo. Quero um banho longo. Quero um guarda-roupa maior e uma cama de casal. Quero buscar criança na escola e sair para trabalhar. Quero conversas agradáveis de horas ao telefone e um passeio com o Bê no carrinho pela praia. Quero chimarrão no fim da tarde de sábado e almoço para fazer todos os dias. Embora, não queira roupas para passar. Quero mais espaço meu. Quero assistir filme com amigos no sábado a noite com direito a pipoca e guaraná, enquanto o Bernardo dome tranquilo no berço.
Ah! Quero até um marido. Alguém para compartilhar tudo isso e para discutir onde devemos almoçar no domingo. Mas, só o quero depois de desfrutar de tudo isso sozinha e ter a chance de mudar de idéia.
E se eu viver tudo isso, quero me formar ainda e ter outro filho. E quando estiver grávida quero ser muito mimada, paparicada até o último minuto. Quero comprar um enxoval. Quero ter parto normal. Quero ter uma família sadia e feliz.
E depois de tudo isso quero estar de bem com todos. Quero amar sem dever satisfações. Quero amar sem me dividir, sem ter que magoar alguém. Amar com limites e sem culpas. Quero que o Christian se exploda na vidinha medíocre dele. Quero que minha mãe se torne minha mãe por algum momento ao menos. Vou mimar meu afilhado que a Lari prometeu! Vou guardar com carinho eterno, e este sim amor sem medidas, o Gustavo no meu coração.
E quero reencontrar amigos, viver despedidas, ver gente feliz. Quero segurança e estabilidade emocional. Quero escrever um livro. Nem sei se quero ser repórter. Talvez assessora intitucional. Mas, quero mesmo fazer mestrado em educação. Quero aprender a falar espanhol e italiano. Fotografar pessoas e lugares. Sorrisos e lágrimas.
Quero morar na praia e viajar nas férias para o frio. Quero ensinar o Bernardo a soltar pipa, andar de bicicleta, subir em árvore, tirar 10 em redação e gravar a tabuada. Quero ver apresentações escolares dele e vê-lo ganhar prêmio de Ciências na escola.
Quero uma vida bem normal. Quero ser mulher mãe sem um título de super na frente. Apenas quero ser meu melhor sem sacríficios descabíveis e cobranças exageradas.
E sigo eterna sonhadora. Amante da vida.



"E a minha rosa, que conta outras histórias, mora longe, existe perto. E a rosa que veio sem espinhos, cantada por um príncipe..."