
sábado, 5 de julho de 2008
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Fiquei com raiva, me senti frustrada.
Não gosto de não também. Não gosto e ponto. Me sinto no direito de fazer birra quando erram comigo. Não por imaturidade, e sim por não saber lidar com a decepção.
Vontade amarga de chorar. Esqueci como se faz.
Esbravejei, falei pelos cotovelos, ri porque senti necessidade de fingir a solidão.
E ao escrever minha alma se acalmou.
Direi não. Não também.
Aprendi a não esquecer quando me machucam de alguma forma.
Aprendi a passar por cima de algumas situações sem dó.
Aprendi a ser um tanto de tudo que não queria.
E a culpa.... a culpa foi sua.
E hoje fez sol.
Não gosto de não também. Não gosto e ponto. Me sinto no direito de fazer birra quando erram comigo. Não por imaturidade, e sim por não saber lidar com a decepção.
Vontade amarga de chorar. Esqueci como se faz.
Esbravejei, falei pelos cotovelos, ri porque senti necessidade de fingir a solidão.
E ao escrever minha alma se acalmou.
Direi não. Não também.
Aprendi a não esquecer quando me machucam de alguma forma.
Aprendi a passar por cima de algumas situações sem dó.
Aprendi a ser um tanto de tudo que não queria.
E a culpa.... a culpa foi sua.
E hoje fez sol.
sábado, 28 de junho de 2008
O semestre chega ao fim;
Algumas mudanças se aproximam,
A hora da verdade chega e isso é profundamente bom!
Talvez porque mudanças sempre me assustem, talvez por que isso gere instabilidade emocional ou somente por lembranças das ausências que irei sentir.
Ao certo não sei.
Mas, vivo um momento de ressaca moral, medos, culpas, neuras em excessos. O tal certo, o esquecido errado.
Uma amiga que não vai furar encontros,
Um abraço de lado que só irei ganhar pelo uppa do msn,
Uns conselhos malucos da Lu que só receberei por e-mail...
E como irei contar tudo em tantos detalhes?
E como dizer pra Luli parar de fumar?
tsc...tsc..
Risos na lembrança.
Um corpo que não terei.
Um sorriso, dois, três, muitos...
Uma oportunidade perdida de conhecer, uma chance trocada pelo depois.
Uma presença indesejável que poderei esquecer mesmo ao ver de outra forma, mas nesta forma amo cada dia mais. Na principal detesto todo dia um pouco mais.
Se ele conta por burrice? Ou por saber que saberei? Se sabe que continuei na ridiculidade de escrever profecias de amor e até aqui publiquei?
Ah...se sabe, continua sem entender.
"Ela vive tudo intensamente demais" - disse.
Respondo: Vivo. E não posso beber de um copo d'água só 1/3 se tenho sede de um copo cheio.
E quer saber? Me importo por ter me importado em tantos momentos com tão pouco. Mas, de maneira alguma por ainda sentir falta. E isso é imensamente bom. Não precisar mais chorar, não esperar mais um olhar.
E são tantas outras vírgulas, e são tantas outras pessoas que ficam e vão, e são importantes.
Algo me traz a certeza de que nada acaba.
De que não serei esquecida.
Mas, felizmente lembrada.
Embora, todas essas certezas não matem a saudade...
tsc..tsc..
quinta-feira, 26 de junho de 2008

"Ao encontro das palavras certas,
Porque assim no olhar que fica, parece que combina o que não se entende, o que não se diz...
Até o que não se pensa, ao que nos permitimos ser/ estar e lembrar então!
E ao nos olhar sei que algo fica, a combinação que ao se combinar combinou nas letras não ditas de uma noite tão casual!"
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